Kia Sportage 2011, Utilitário

Kia Sportage 2011


Kia Sportage 2011: 2011 apresenta Kia Sportage inclui aquecida e traseiro assentos dianteiros, o couro da parte / peça estofos pano, sede estofos em pele
Sistema Bluetooth mãos-livres com reconhecimento de voz, de governo remoto roda-montado controles de áudio, de 7 polegadas sistema de navegação, painel de instrumentos Super Vision (EX somente), ajustável iluminação dos instrumentos, sistema auxiliar de estacionamento traseiro, retrovisores câmera de segurança com visor de espelho Interior , sistema auxiliar de estacionamento manobra automática, controle climático automático bi-zona ar-condicionado.

2011 Kia Sportage
2011 do Kia Sportage
Kia Sportage 2011 Características:
espelho negro suportes porta.
Manual ajustável espelhos retrovisores.
Matt grade do radiador de prata (LX).
Vidros fumados.
Alto brilho, aerofólio traseiro preto.
Corpo de cor pára-choques (2,5 resistente a impactos mph).
Telhado-montado antena de rádio.
Luzes de nevoeiro da retaguarda.
Parada alto-montado luz no spoiler traseiro.

2011 Kia Sportage
2011 do Kia Sportage

Antes de entrar no Sportage é preciso ressaltar que, além de mais baixo, ele está mais próximo do chão: são 17,2 cm de altura livre do solo, ante os antigos 19,5 cm. Em compensação, ele cresceu 9 cm em comprimento (4,44 m), 15 cm em largura (1,85 m) e 10 cm de entre-eixos (2,64 m). Na lateral, os vidros estreitos acompanham a linha de cintura elevada, deixando o utilitário com ar esportivo. Mas isso gera um inconveniente para quem tem estatura de mediana a baixa: acomodado no banco da frente, o ocupante se sentirá de volta à infância, já que o assento não tem regulagem de altura. O visual da traseira é clean, com lanternas horizontais. “A intenção era chegar a um desenho moderno e limpo, feito para durar mais tempo e ter apelo junto a um público mais jovem”, diz Enrique Giner, gerente de design do centro de estilo da Kia na Califórnia.

O objetivo foi atingido, e o design ainda acumula a função de diferenciar o Sportage de seu irmão de grupo, oHyundai ix35. Apesar de compartilharem a plataforma e a maioria dos componentes, ambos têm acertos distintos. A começar pelo posicionamento na tabela de preços. Enquanto o ix35 custa a partir de R$ 88 mil, oSportage chegará às revendas após o Salão do Automóvel, em outubro, com preço inicial estimado em R$ 75 mil.
Fabio Aro e Marcos Camargo 
A versão de entrada terá câmbio manual de cinco marchas ou automático de seis. De série, contará com ar-condicionado, airbag duplo, rack no teto, sensor de estacionamento, acendimento automático de faróis, alarme, controle remoto para abertura das portas e entradas iPod/USB. A intermediária virá com as mesmas opções de câmbio, mas o automático poderá receber tração 4x4. Além dos itens acima, terá retrovisor com pisca integrado, rodas de liga leve aro 18, chave inteligente, bancos com revestimento de couro, ajuste elétrico do assento do motorista e controle de estabilidade. Por fim, a topo de linha automática (como a testada) soma aos equipamentos de fábrica airbags laterais e de cortina, teto solar elétrico e retrovisor interno com câmera de ré. Vai custar cerca de R$ 100 mil.

Agora, “simbora” para o interior. Calma, ainda não vamos falar da cabine. Vamos é para a pista de testes em Tatuí (SP). No caminho exploramos as respostas do motor 2.0 16V com comando de válvulas variável, 166 cv e 20,1 kgfm – um aumento de 24 cv e 1,3 kgfm, respectivamente, em relação ao Sportage que está nas ruas. A potência teve ganho significativo, ao contrário do torque. O desempenho geral melhorou, graças, também, ao novo (e suave) câmbio automático de seis velocidades. Só que basta uma subida para o Sportage se cansar e reduzir marchas rapidinho. O motor não grita como antes. Mas, nas retomadas, ele perde a serenidade que tem a 120 km/h com o conta-giros em apenas 2.500 rpm.
Fabio Aro e Marcos Camargo
Console central é estiloso e interior segue a fórmula do visual externo, com linhas limpas. Iluminação em vermelho agrada
A versão 2.4 16V, que Autoesporte teve oportunidade de avaliar em São Francisco (EUA), é a ideal. Com 177 cv, seu torque nem é tão superior (23,1 kgfm), mas aparece um pouco mais cedo, a 4.000 rpm em vez de 4.600 rpm. Contudo, ela não virá ao Brasil. A novidade aqui será o 2.0 16V flex, no segundo semestre de 2011. Apesar desse pênalti no torque, o utilitário anda bem – foi um pouco melhor que o ix35 nas provas dinâmicas. Caso o motorista se empolgue e entre com vigor nas curvas, será surpreendido pela intrusiva ação do controle de estabilidade, que traz o carro para dentro da curva. O comportamento arisco é oposto ao da suspensão. Independente nos dois eixos, com estrutura McPherson na frente e multibraços atrás, ela privilegia o conforto e absorve bem as imperfeições da pista – embora seja firme o suficiente para transmitir confiança em trechos sinuosos. Como tem curso pequeno, ela bate com relativa facilidade quando se troca o asfalto pela estrada de terra. Mas não afeta o bem-estar ao volante.

Para esticar o passeio no off-road leve, não há dificuldades, já que os ângulos de entrada (28,1°) e saída (28,2°) são satisfatórios. Além disso, na versão 4WD testada há controles de descida e tração. Numa ladeira de terra, o primeiro manteve o veículo abaixo de 10 km/h. Sem ele, a velocidade atingiu 40 km/h na mesma condição. Em situações de pouca aderência, você pode bloquear o diferencial central (por um botão no painel), deixando a divisão de torque em 50% para cada eixo.
Fabio Aro e Marcos Camargo
Porta-malas cede espaço sob o assoalho para o estepe, banco traseiro é bipartido
Agora, sim, chegamos ao interior do Sportage. Os acabamentos são benfeitos e contam com materiais agradáveis ao toque. O espaço é amplo, até em função da esticada que a carroceria recebeu. No banco de trás, o túnel central não chega a ser plano, mas afeta pouco o espaço para pernas, garantindo boa acomodação aos passageiros. O motorista também viaja com conforto, e encontra boa posição para dirigir, apesar da falta de ajuste de profundidade do volante – que, aliás, tem ótima pegada, com encaixe perfeito para os polegares. O que o condutor pode estranhar um pouco é o freio de estacionamento no pé (nas configurações automáticas) e o vidro traseiro pequeno. Depois de conhecer melhor o novo Sportage, fica ainda mais difícil o exercício de se lembrar do anterior, não é? Relaxe. No jogo da memória, o modelo atual é que promete ficar marcado na sua lembrança.

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